NÃO FALO DE EXTREMOS, APENAS DE ESTADOS DE ALMA.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A Fábrica no Domingo


Ontem fui ver “A Fábrica” um espectáculo de teatro musical onde 5 actores, através da utilização de máscaras, dão vida a diversos personagens que habitam um local onírico: A fábrica da Humanidade.

Baseado n'Segredo do Céu (1919), de Par Lagerkvist, A Fábrica convida o espectador à reflexão sobre o sentido da vida, sobre a evolução da sociedade, sobre a trasformação do Homem em marioneta e a coragem de abandonar o manipulador.

Num registo simultaneamente cómico, cruel e musical, fala-se de duas grandes guerras, da Revolução Industrial, do século XXI, do Homem, da Máquina, do amor e da solidão.

Lendo isto, fiquei de veras motivada para ver esta peça...no entanto acabei por ficar um pouco desiludida...algo não chegou até mim, não foi mal representada...mas a mensagem não passa totalmente para o espectador. Peço desculpa aos actores, mas quase deu direito a soneca...

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